Minha maloca querida
Josefá era assim, depenteado, banguela, atrapalhado, feio que dói.Desbotado e sofria crimes de preconceito dentre os seus.
Seis anos atrás:
Majuca andava preocupara com a sua irmã Sabaca, era tempo de chuva no Pantanal, e a irmã estava prestes a dar a luz, o pai Sarambambô estava na busca do boto rosa, para fazer um banquete quando a criança nascer, a tribo estava em festa, segundo o pajé Acarajeje a criança iria vir pra trazer mudanças para tribo, sim caros amigos, nosso personagem é um indiozinho pantaneiro.
Enfim o dia do nascimento chegou com grande euforia para todos naquela maloca querida, Sabaca, não se continha de tanta felicidade, era o primeiro filho estava animada, tão animada que nem sentiu quando a arara azul beliscou sua menina para que a criança saísse sem muita dor, porém após o nascimento da criança, tudo ficou em um silêncio só, ninguém entendia mais nada, cuspiram na terra, amaldiçoaram o dia e sairam arrastando pé.Sabaca sem entender nada, pediu pra ver o filho, e quando ela recebeu aquele pacotinho embrulhado nas folhas de um coqueiro verde que lhe deu alergia durante toda a semana, levou um susto que lhe abriu a boca, porque o bebê era....
Sabaca dará o bebê para os chipanzes?O que disse o pajé Acarajeje?Como vai reagir o pai da criança?A avó irá aparecer para abençoar o netinho?Qual o problema da criança?Não perca o próximo episódio.
(Essa é uma ficção, não me encha o saco)


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