domingo, 27 de outubro de 2019

sábado, 26 de outubro de 2019

                           Minha  maloca querida






Josefá  era assim, depenteado, banguela, atrapalhado, feio que dói.Desbotado e sofria crimes de preconceito dentre os seus.

  Seis anos atrás:


   Majuca andava preocupara com a sua irmã Sabaca, era tempo de chuva no Pantanal, e a irmã estava prestes a dar a luz, o pai Sarambambô estava na busca do boto rosa, para fazer um banquete quando a criança nascer, a tribo estava em festa, segundo o pajé Acarajeje a criança iria vir pra trazer mudanças para tribo, sim caros amigos, nosso personagem é um indiozinho pantaneiro.
  Enfim o dia do nascimento chegou com grande euforia para todos naquela maloca querida, Sabaca, não se continha de tanta felicidade, era o primeiro filho estava animada, tão animada que nem sentiu quando a arara azul beliscou sua menina para que a criança saísse sem muita dor, porém após o nascimento da criança, tudo ficou em um silêncio só, ninguém entendia mais nada, cuspiram na terra, amaldiçoaram o dia e sairam arrastando pé.Sabaca sem entender nada, pediu pra ver o filho, e quando ela recebeu aquele pacotinho embrulhado nas folhas de um coqueiro verde que lhe deu alergia durante toda a semana, levou um susto que lhe abriu a boca, porque o bebê era....


Sabaca dará o bebê para os chipanzes?O que disse  o pajé Acarajeje?Como vai reagir o pai da criança?A avó irá aparecer para abençoar o netinho?Qual o problema da criança?Não perca o próximo episódio.

PS.A arara azul morreu de infecção(#nãomaltrateosanimais#criaranimaisdafaunasilvestreécrime)








(Essa é uma ficção, não me encha o saco)


  

 

                                    




                       ROCK DAS ANTIGAS